INTERNET, WEB E CONECTIVIDADE
Noticias e Novidades da área de Tecnologia da Informação e Internet .
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Internet cresce 14% no Brasil e atinge 46,3 milhões de usuários
O número de internautas no Brasil cresceu 14% entre setembro de 2010 e o mesmo período deste ano, segundo pesquisa do Ibope Nielsen Online divulgada nesta segunda-feira, 31. Das 61,2 milhões de pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho, 46,3 milhões foram usuários ativos em setembro, ante 40,6 milhões de internautas em setembro de 2010. O total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011. Com esse resultado, o Brasil superou pela primeira vez a Alemanha em número de usuários ativos em casa ou no trabalho. Com a diferença de que aqui são mais de 190 milhões de habitantes, enquanto lá são cerca de 83 milhões. O Brasil também tem mais internautas que outros países desenvolvidos como França (41,2 milhões), Reino Unido (39,8 milhões), Itália (29,6 milhões) e Espanha (22,6 milhões). Em comparação, o Japão, um país bem menor geograficamente que o Brasil, soma 62,3 milhões de internautas – quase 20 milhões de usuários ativos a mais. É importante ressaltar que o estudo não considera países como China, Índia ou Coreia do Sul. Segundo o Ibope Nielsen Online, as residências concentram o maior crescimento no número de usuários ativos da internet. O número de brasileiros que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet chegou a 58 milhões, ou 10 milhões a mais que em 2010. Com dados baseados no terceiro trimestre, esse é o maior crescimento anual nos últimos dez anos. A expansão da internet residencial é ainda maior entre quem usa conexões com capacidade superior a 512 Kb, conforme a metodologia de aferição de velocidade aplicada pela Nielsen Online nos países em que é feita a pesquisa. Em setembro de 2010, 61% dos 31,8 milhões de usuários ativos em residências usavam conexões com velocidade superior a 512 Kbps. Em setembro de 2011, usuários nessa faixa de velocidade passaram a representar 77,8%. Os usuários de 2 Mbps a 8 Mbps passaram de 12,1% para 21,3%. |
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A “disputa” dos Analistas: Negócios x Processos x Sistemas
Há alguns anos, quando uma pessoa dizia que era Analista, logo vinha a cabeça que se tratava de um Analista de Sistemas, responsável pelo desenho de vários diagramas usados pelo programador para entender o objetivo e os detalhes do sistema a ser desenvolvido. Hoje, quando observamos as vagas abertas para profissionais de tecnologia, num jornal ou página especializada, nos deparamos com Analistas de tudo quanto é tipo. Tudo hoje dentro da TI é considerado Analista. Mas e aí, como podemos entender essa “disputa” toda?
Para responder essa pergunta, vamos focar nos três tipos de analistas mais conhecidos no mercado hoje em dia: Negócios, Sistemas e Processos.
Para início de conversa, podemos dizer que em boa parte das empresas há uma definição própria para as três funções, ou seja, um colaborador que numa empresa pode ser considerado Analista de Negócios, em outra, poderia se encaixar perfeitamente na definição de Analista de Sistemas. Isso é muito relativo mesmo, varia de empresa para empresa, sendo que muitas delas sequer possuem as três funções no seu quadro de funcionários.
Podemos caracterizar o Analista de Processos, como a pessoa responsável pelo levantamento das necessidades de melhoria dos processos produtivos ou de serviços. Ele tem um foco grande em qualidade, participando do planejamento, medição e implementação de melhorias de um determinado processo. Por planejamento, podemos entender o desenho, mapeamento e modelagem do processo, além da criação de indicadores de desempenho e qualidade. Esses indicadores serão medidos durante a execução do processo e servirão de base para a sugestão de melhorias. Esse é o trabalho do Analista de Processos.
O Analista de Negócios tem um foco em soluções. Ele será responsável por entender os requisitos de negócios de uma determinada área e buscar soluções junto à área de tecnologia. O Analista de Negócios deve ter um conhecimento profundo da área que atua e também de tecnologia. Ele pode trabalhar em conjunto com o Analista de Processos, buscando soluções para melhorar os processos de uma determinada área. Da mesma forma, pode atuar junto às áreas superiores, buscando e propondo soluções para os requisitos de negócios e objetivos do plano estratégico da empresa.
Nesse ponto, aparece o Analista de Sistemas, que será o responsável por transformar essas necessidades, já levantadas pelo Analista de Negócios, em requisitos de software a serem implementados pela área de tecnologia. O Analista de Sistemas deve ter foco no escopo da solução, trabalhando na identificação de requisitos, descrição das regras de negócios e criação de diagramas e roteiros utilizados pelo programador.
Apesar de conseguirmos identificar a atuação de cada um dos profissionais mencionados, podemos perceber que existe uma linha tênue que separa as responsabilidades de cada um. Até por isso, a definição de funções varia de empresa para empresa. Mas independente da definição formal da função, podemos dizer que todas elas têm a sua importância, a empresa depende do serviço executado pelos três profissionais, independente da nomenclatura utilizada. Afinal, por essência, todo mundo é Analista e trabalha para o crescimento da empresa.
Para responder essa pergunta, vamos focar nos três tipos de analistas mais conhecidos no mercado hoje em dia: Negócios, Sistemas e Processos.
Para início de conversa, podemos dizer que em boa parte das empresas há uma definição própria para as três funções, ou seja, um colaborador que numa empresa pode ser considerado Analista de Negócios, em outra, poderia se encaixar perfeitamente na definição de Analista de Sistemas. Isso é muito relativo mesmo, varia de empresa para empresa, sendo que muitas delas sequer possuem as três funções no seu quadro de funcionários.
Podemos caracterizar o Analista de Processos, como a pessoa responsável pelo levantamento das necessidades de melhoria dos processos produtivos ou de serviços. Ele tem um foco grande em qualidade, participando do planejamento, medição e implementação de melhorias de um determinado processo. Por planejamento, podemos entender o desenho, mapeamento e modelagem do processo, além da criação de indicadores de desempenho e qualidade. Esses indicadores serão medidos durante a execução do processo e servirão de base para a sugestão de melhorias. Esse é o trabalho do Analista de Processos.
O Analista de Negócios tem um foco em soluções. Ele será responsável por entender os requisitos de negócios de uma determinada área e buscar soluções junto à área de tecnologia. O Analista de Negócios deve ter um conhecimento profundo da área que atua e também de tecnologia. Ele pode trabalhar em conjunto com o Analista de Processos, buscando soluções para melhorar os processos de uma determinada área. Da mesma forma, pode atuar junto às áreas superiores, buscando e propondo soluções para os requisitos de negócios e objetivos do plano estratégico da empresa.
Nesse ponto, aparece o Analista de Sistemas, que será o responsável por transformar essas necessidades, já levantadas pelo Analista de Negócios, em requisitos de software a serem implementados pela área de tecnologia. O Analista de Sistemas deve ter foco no escopo da solução, trabalhando na identificação de requisitos, descrição das regras de negócios e criação de diagramas e roteiros utilizados pelo programador.
Apesar de conseguirmos identificar a atuação de cada um dos profissionais mencionados, podemos perceber que existe uma linha tênue que separa as responsabilidades de cada um. Até por isso, a definição de funções varia de empresa para empresa. Mas independente da definição formal da função, podemos dizer que todas elas têm a sua importância, a empresa depende do serviço executado pelos três profissionais, independente da nomenclatura utilizada. Afinal, por essência, todo mundo é Analista e trabalha para o crescimento da empresa.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Anonymous quer destruir o Facebook em 5 de novembro
Grupo hacker informa que ciberataque é motivado pela política de privacidade e dificuldade de apagar dados no site; especialista desconfia de farsa.
O grupo de hackers Anonymous, responsável por diversos ciberataques a empresas e governos, anunciou em um vídeo postado no Youtube uma operação contra a rede social Facebook em 5 de novembro (o que deve lembrar algo para quem gosta do filme V de Vingança).
Alegando preocupação com a privacidade dos usuários e a dificuldade de apagar uma conta na rede social, o grupo quer “matar o Facebook”, informou o site Business Insider na terça-feira (9/8).
No vídeo, o grupo de hackers afirmou que o Facebook tem vendido informações para agências de governos e dando acesso clandestino a empresas de segurança para espionar pessoas de todo o mundo. “Quando um serviço é “gratuito,” isso na verdade significa que eles estão ganhando dinheiro com você e seus dados”, disse o grupo. Além disso, a equipe declara que essas companhias têm vínculos com os governos do Egito e da Síria.
“Não é uma batalha contra o futuro da privacidade e publicidade. É uma batalha pela escolha e consentimento informado”, disse o Anonymous, se referindo ao armazenamento de informações de usuários que deletaram suas contas no Facebook. “Pense nisso e prepare-se para um dia que vai entrar para a históra. 5 de novembro de 2011, #opfacebook”.
Não é primeira vez que os hackers se manifestam contra uma rede social. Quando o Google excluiu as contas do Gmail e do Google+ do Anonymous, o grupo anunciou que criaria um site de relacionamentos próprio, o AnonPlus.
No entanto, há quem aponte que a ameaça pode ser falsa, já que não foi postada no Twitter do grupo nem em seu blog.
O vídeo "foi postado há quase um mês e ainda não havia sido largamente divulgado, se é que chegou a sê-lo, nos canais conhecidos do Anonymous, e os perfis do Twitter que parecem estar associados à ameaça estão inativos", escreveu Rik Ferguson, diretor de pesquisa em segurança e comunicação na Trend Micro, no blog da empresa.
O grupo de hackers Anonymous, responsável por diversos ciberataques a empresas e governos, anunciou em um vídeo postado no Youtube uma operação contra a rede social Facebook em 5 de novembro (o que deve lembrar algo para quem gosta do filme V de Vingança).
Alegando preocupação com a privacidade dos usuários e a dificuldade de apagar uma conta na rede social, o grupo quer “matar o Facebook”, informou o site Business Insider na terça-feira (9/8).
No vídeo, o grupo de hackers afirmou que o Facebook tem vendido informações para agências de governos e dando acesso clandestino a empresas de segurança para espionar pessoas de todo o mundo. “Quando um serviço é “gratuito,” isso na verdade significa que eles estão ganhando dinheiro com você e seus dados”, disse o grupo. Além disso, a equipe declara que essas companhias têm vínculos com os governos do Egito e da Síria.
“Não é uma batalha contra o futuro da privacidade e publicidade. É uma batalha pela escolha e consentimento informado”, disse o Anonymous, se referindo ao armazenamento de informações de usuários que deletaram suas contas no Facebook. “Pense nisso e prepare-se para um dia que vai entrar para a históra. 5 de novembro de 2011, #opfacebook”.
Não é primeira vez que os hackers se manifestam contra uma rede social. Quando o Google excluiu as contas do Gmail e do Google+ do Anonymous, o grupo anunciou que criaria um site de relacionamentos próprio, o AnonPlus.
No entanto, há quem aponte que a ameaça pode ser falsa, já que não foi postada no Twitter do grupo nem em seu blog.
O vídeo "foi postado há quase um mês e ainda não havia sido largamente divulgado, se é que chegou a sê-lo, nos canais conhecidos do Anonymous, e os perfis do Twitter que parecem estar associados à ameaça estão inativos", escreveu Rik Ferguson, diretor de pesquisa em segurança e comunicação na Trend Micro, no blog da empresa.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Afinal, o que é Android?
Quando ligamos o celular (e qualquer outro dispositivo), o primeiro programa a ser executado é o sistema operacional, e a partir de então, todo o hardware, os periféricos plugados e os softwares serão gerenciados por ele. Quando tiramos uma foto no celular, por exemplo, é tarefa do SO estabelecer uma comunicação entre a câmera, o disco, a memória e o programa, além de apresentar um interface para que o usuário consiga dar as ordens corretas ao dispositivo. Em outras palavras, graças ao sistema operacional, é possível tirar fotos do celular apertando apenas um botão.
Sistemas operacionais para celulares
Assim como outros aparelhos menos complexos a olho nu, celulares não chamavam atenção pelo seu sistema operacional. Pelo menos era assim até a popularização dos smartphones. Quando os dispositivos móveis começaram a ganhar outras funções além da chamada por voz e o envio de SMS, foi necessário um avanço nos programas para gerenciar as novas funções. Quanto mais recursos um celular ganhava, mais possibilidades os desenvolvedores enxergavam até que foi necessário repensar completamente os sistemas operacionais.
Um dos grandes avanços ocorreu com o surgimento do Symbian, um SO mobile aberto (com o código livre para que outras pessoas pudessem desenvolver aplicativos para ele). Adotado pela Nokia, o sistema permitiu que milhares de desenvolvedores no mundo pudessem criar aplicativos baseado nos novos recursos.
Geeks e entusiastas da tecnologia já estão a tempos habituados à nomes como Symbian, iOS e BlackBerryOS. Estes são alguns dos sistemas operacionais mais famosos dos dispositivos móveis, e reinavam praticamente absolutos até a Google decidir entrar na briga e lançar seu próprio SO para celulares baseado no Linux: o Android.
Mas um dos principais fatores que tornam o Android interessante é a incrível integração com os serviços Google. Quando o telefone é ligado pela primeira vez, lhe é solicitado o login da sua conta Google. A partir de então, um novo mundo "portátil" se abre para você, ficando melhor e mais eficiente à medida em que você começar a utilizar as ferramentas da gigante das buscas. Agenda, Docs, Reader, busca, mapas e, claro, o Gmail, estão perfeitamente integrados, inclusive à sua lista de contatos.
A versão estável mais recente do Android é o 2.3, também conhecida como Gingerbread (pão de mel). Antes deles vieram as versões Froyo (2.2), Eclair (2.1), Donut (1.6) e Cupcake (1.5). A maioria dos aplicativos disponíveis roda a partir da versão 1.6, mas a grande maioria dos apps depende de configurações de hardware, especialmente a resolução de tela e a memória. Para se ter uma ideia, a própria Google não incentivava o uso da versão estável atual para os tablets.
A nova versão anunciada para fevereiro deste ano, o 2.4 (ou 3.0?) Honeycomb (favo de mel) promete servir melhor aos dispositivos móveis maiores, com mais de 5 polegadas. Ao que tudo indica, a Google também está se esforçando discretamente para tornar o seu sistema menos "fragmentado" (termo usado para falar das incompatibilidades entre hardwares), e começa a apontar configurações específicas de hardware e interface. Ou seja, dispositivos de diferentes fabricantes rodando Android tendem à aderir a padrões mais específicos para eliminar, aos poucos o problema de ter tantos dispositivos usando tantos hardwares diferentes.
O Android ainda está longe de ser o sistema operacional mais usado entre smartphones e celulares (este posto é ocupado pelo Symbian, com quase 50% do mercado, graças à Nokia). No entanto, é a que mais cresce e a única que tem uma empresa como a Google por trás, se preocupando com melhorias no software, nos aplicativos e nos serviços, em conjunto com fabricantes. Do jeito que as coisas andam, tudo indica que o sistema operacional do robozinho verde será tão popular quanto o Windows, o Mac OS e o Linux. Alguém duvida?
Sistemas operacionais para celulares
Assim como outros aparelhos menos complexos a olho nu, celulares não chamavam atenção pelo seu sistema operacional. Pelo menos era assim até a popularização dos smartphones. Quando os dispositivos móveis começaram a ganhar outras funções além da chamada por voz e o envio de SMS, foi necessário um avanço nos programas para gerenciar as novas funções. Quanto mais recursos um celular ganhava, mais possibilidades os desenvolvedores enxergavam até que foi necessário repensar completamente os sistemas operacionais.
Um dos grandes avanços ocorreu com o surgimento do Symbian, um SO mobile aberto (com o código livre para que outras pessoas pudessem desenvolver aplicativos para ele). Adotado pela Nokia, o sistema permitiu que milhares de desenvolvedores no mundo pudessem criar aplicativos baseado nos novos recursos.
Geeks e entusiastas da tecnologia já estão a tempos habituados à nomes como Symbian, iOS e BlackBerryOS. Estes são alguns dos sistemas operacionais mais famosos dos dispositivos móveis, e reinavam praticamente absolutos até a Google decidir entrar na briga e lançar seu próprio SO para celulares baseado no Linux: o Android.
Mas um dos principais fatores que tornam o Android interessante é a incrível integração com os serviços Google. Quando o telefone é ligado pela primeira vez, lhe é solicitado o login da sua conta Google. A partir de então, um novo mundo "portátil" se abre para você, ficando melhor e mais eficiente à medida em que você começar a utilizar as ferramentas da gigante das buscas. Agenda, Docs, Reader, busca, mapas e, claro, o Gmail, estão perfeitamente integrados, inclusive à sua lista de contatos.
A versão estável mais recente do Android é o 2.3, também conhecida como Gingerbread (pão de mel). Antes deles vieram as versões Froyo (2.2), Eclair (2.1), Donut (1.6) e Cupcake (1.5). A maioria dos aplicativos disponíveis roda a partir da versão 1.6, mas a grande maioria dos apps depende de configurações de hardware, especialmente a resolução de tela e a memória. Para se ter uma ideia, a própria Google não incentivava o uso da versão estável atual para os tablets.
A nova versão anunciada para fevereiro deste ano, o 2.4 (ou 3.0?) Honeycomb (favo de mel) promete servir melhor aos dispositivos móveis maiores, com mais de 5 polegadas. Ao que tudo indica, a Google também está se esforçando discretamente para tornar o seu sistema menos "fragmentado" (termo usado para falar das incompatibilidades entre hardwares), e começa a apontar configurações específicas de hardware e interface. Ou seja, dispositivos de diferentes fabricantes rodando Android tendem à aderir a padrões mais específicos para eliminar, aos poucos o problema de ter tantos dispositivos usando tantos hardwares diferentes.
O Android ainda está longe de ser o sistema operacional mais usado entre smartphones e celulares (este posto é ocupado pelo Symbian, com quase 50% do mercado, graças à Nokia). No entanto, é a que mais cresce e a única que tem uma empresa como a Google por trás, se preocupando com melhorias no software, nos aplicativos e nos serviços, em conjunto com fabricantes. Do jeito que as coisas andam, tudo indica que o sistema operacional do robozinho verde será tão popular quanto o Windows, o Mac OS e o Linux. Alguém duvida?
Facebook cria programa de recompensa para quem alerta sobre erros nas páginas Prêmios são a partir de US$500. Colaboradores não podem levar bugs a público e os melhores têm a possibilidade de entrar para a equipe
O Facebook anunciou que vai adotar um programa de recompensa para aqueles que reportarem bugs e erros nas páginas da rede. Os prêmios são em dinheiro - começam em US$500 e não têm limite máximo pré-estabelecido. Os colaboradores devem seguir uma política do Facebook e não divulgar as informações até que o erro seja reparado.
"Normalmente, não demora mais que 1 dia para um erro ser reparado", diz Joe Sullivan, chefe de segurança do Facebook, em entrevista ao site CNet. O programa é uma ótima maneira de agradecer e incentivar as pesquisas da comunidade que ajuda a rede social a deixar seus usuários mais seguros.
A equipe de segurança ainda diz que os colaboradores receberão reconhecimento na Whitehat, site que reúne pesquisadores em segurança. Além disso, se você for muito sortudo e fizer um bom trabalho, pode até mesmo arrumar uma vaga de emprego na equipe.
"Alguns de nossos melhores engenheiros vieram trabalhar aqui depois de apontar falhas de segurança em nosso site", diz Alex Rice, um dos responsáveis pela segurança do site. Outro recém empregado na empresa é George Hotz, responsável pelo jailbreak do iPhone e do PS3.
Outra empresa que aderiu a um programa parecido foi a Mozilla. A Google também é fã da prática e paga de US$500 a US$3 mil para aqueles que acharem falhas na segurança. Já a Microsoft é mais ousada e oferece até US$250 mil (cerca de R$390 mil) para os que trouxerem informações que levem à prisão de escritores de códigos de vírus.
"Normalmente, não demora mais que 1 dia para um erro ser reparado", diz Joe Sullivan, chefe de segurança do Facebook, em entrevista ao site CNet. O programa é uma ótima maneira de agradecer e incentivar as pesquisas da comunidade que ajuda a rede social a deixar seus usuários mais seguros.
A equipe de segurança ainda diz que os colaboradores receberão reconhecimento na Whitehat, site que reúne pesquisadores em segurança. Além disso, se você for muito sortudo e fizer um bom trabalho, pode até mesmo arrumar uma vaga de emprego na equipe.
"Alguns de nossos melhores engenheiros vieram trabalhar aqui depois de apontar falhas de segurança em nosso site", diz Alex Rice, um dos responsáveis pela segurança do site. Outro recém empregado na empresa é George Hotz, responsável pelo jailbreak do iPhone e do PS3.
Outra empresa que aderiu a um programa parecido foi a Mozilla. A Google também é fã da prática e paga de US$500 a US$3 mil para aqueles que acharem falhas na segurança. Já a Microsoft é mais ousada e oferece até US$250 mil (cerca de R$390 mil) para os que trouxerem informações que levem à prisão de escritores de códigos de vírus.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
60% dos computadores corporativos ainda rodam Windows XP
Mesmo com o avanço do Windows 7, plataforma com 10 anos da Microsoft ainda é dominante nas empresas, segundo pesquisa da Forrester.
Apesar de as empresas estarem migrando cada vez mais máquinas para o Windows 7, a antiga versão XP do sistema operacional da Microsoft ainda está presente em seis a cada dez computadores nas companhias, de acordo com relatório divulgado pela empresa de pesquisa Forrester.
A nova versão do software equipou cerca de 21% dos PCs corporativos que acessaram o site da Forrester em março deste ano. Enquanto que isso representa mais do que o dobro da mesma plataforma no ano anterior (9,5%), o Windows XP e seus dez anos de idade continua como o sistema operacional mais utilizado no mundo corporativo, e por uma boa margem: em março, os sistemas com XP representaram 59.9% de todas as 400 mil máquinas que visitaram o domínio Forrester.com, oriundos de 2.500 empresas.
Ben Gray, analista da Forrester e um dos coautores do relatório, citou que a adoção do Windows 7 está acelerando, todavia, ao mesmo tempo, o XP mantém-se majoritário, apesar de figurar no corredor da morte da Microsoft. A empresa irá interromper os updates de segurança em abril de 2014.
Gray está confiante de que grande parte dos sistemas com XP já esteja aposentado até esta data, substituídos por máquinas mais novas rodando Windows 7. “A maioria das companhias irá migrar para o Windows 7 durante o próximo ano, com a aproximação do fim do suporte ao XP” escreveu o especialista.
De acordo com a Forrester, tanto o XP quanto o Vista perderam parcelas de mercado para o Windows 7 nos últimos 12 meses, entretanto foi o Vista que obteve a queda mais expressiva, despecando de 11,3% em Abril de 2010 para apenas 6,2% em Março de 2011. Os dados mostram que o Vista figurava com 14% em novembro de 2009, um mês antes do lançamento do Windows 7.
“Não é nenhuma surpresa, mas as empresas estão abandonando o Vista em favor do Windows 7”, apontou Gray. O Vista foi profundamente criticado elos usuários pouco tempo depois de seu lançamento em 2007, e sofreu investidas de analistas e publicações especializadas. A única luz no fim do túnel foi que, como o Windows 7 compartilhava da mesma base de código, as companhias que se comprometeram com o Vista acharam tranquila a migração para a versão mais nova.
Microsoft ainda comanda
A Microsoft mantém a hegemonia entre as empresas – 87,6% de todos os computadores corporativos executam um dos seus sistemas operacionais. No entanto, como observa Gray, algumas companhias estão cedendo à pressão de seus funcionários que demonstraram interessem em utilizar suas próprias máquinas. Esse movimento tem sido identificado pelos analistas como a “consumidorização” das empresas.
Tablets, particularmente o iPad da Apple, estão à frente de todo esse movimento de “consumerização”, porém os Macs também marcaram presença, e representam um em cada dez dos trabalhadores. Entre abril de 2010 e março de 2011, o Mac OS X saiu de 9,1% e foi para 11% no mercado, de acordo com a Forrester. “Colaboradores mais abastados, atraídos pela possibilidade de trazerem seus próprios equipamentos estão migrando para plataformas Mac e iOS” analisou Gray.
Os números apontam os problemas que os setores corporativos de TI precisam resolver, conforme Gray. “Mesmo com o Windows 7 dominando ambientes corporativos, os gerentes de Tecnologia da Informação irão continuar sendo desafiados pela crescente diversidade de sistemas operacionais” finalizou.
Apesar de as empresas estarem migrando cada vez mais máquinas para o Windows 7, a antiga versão XP do sistema operacional da Microsoft ainda está presente em seis a cada dez computadores nas companhias, de acordo com relatório divulgado pela empresa de pesquisa Forrester.
A nova versão do software equipou cerca de 21% dos PCs corporativos que acessaram o site da Forrester em março deste ano. Enquanto que isso representa mais do que o dobro da mesma plataforma no ano anterior (9,5%), o Windows XP e seus dez anos de idade continua como o sistema operacional mais utilizado no mundo corporativo, e por uma boa margem: em março, os sistemas com XP representaram 59.9% de todas as 400 mil máquinas que visitaram o domínio Forrester.com, oriundos de 2.500 empresas.
Ben Gray, analista da Forrester e um dos coautores do relatório, citou que a adoção do Windows 7 está acelerando, todavia, ao mesmo tempo, o XP mantém-se majoritário, apesar de figurar no corredor da morte da Microsoft. A empresa irá interromper os updates de segurança em abril de 2014.
Gray está confiante de que grande parte dos sistemas com XP já esteja aposentado até esta data, substituídos por máquinas mais novas rodando Windows 7. “A maioria das companhias irá migrar para o Windows 7 durante o próximo ano, com a aproximação do fim do suporte ao XP” escreveu o especialista.
De acordo com a Forrester, tanto o XP quanto o Vista perderam parcelas de mercado para o Windows 7 nos últimos 12 meses, entretanto foi o Vista que obteve a queda mais expressiva, despecando de 11,3% em Abril de 2010 para apenas 6,2% em Março de 2011. Os dados mostram que o Vista figurava com 14% em novembro de 2009, um mês antes do lançamento do Windows 7.
“Não é nenhuma surpresa, mas as empresas estão abandonando o Vista em favor do Windows 7”, apontou Gray. O Vista foi profundamente criticado elos usuários pouco tempo depois de seu lançamento em 2007, e sofreu investidas de analistas e publicações especializadas. A única luz no fim do túnel foi que, como o Windows 7 compartilhava da mesma base de código, as companhias que se comprometeram com o Vista acharam tranquila a migração para a versão mais nova.
Microsoft ainda comanda
A Microsoft mantém a hegemonia entre as empresas – 87,6% de todos os computadores corporativos executam um dos seus sistemas operacionais. No entanto, como observa Gray, algumas companhias estão cedendo à pressão de seus funcionários que demonstraram interessem em utilizar suas próprias máquinas. Esse movimento tem sido identificado pelos analistas como a “consumidorização” das empresas.
Tablets, particularmente o iPad da Apple, estão à frente de todo esse movimento de “consumerização”, porém os Macs também marcaram presença, e representam um em cada dez dos trabalhadores. Entre abril de 2010 e março de 2011, o Mac OS X saiu de 9,1% e foi para 11% no mercado, de acordo com a Forrester. “Colaboradores mais abastados, atraídos pela possibilidade de trazerem seus próprios equipamentos estão migrando para plataformas Mac e iOS” analisou Gray.
Os números apontam os problemas que os setores corporativos de TI precisam resolver, conforme Gray. “Mesmo com o Windows 7 dominando ambientes corporativos, os gerentes de Tecnologia da Informação irão continuar sendo desafiados pela crescente diversidade de sistemas operacionais” finalizou.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Dez mandamentos para resolução de problemas em TI
Não importa quão profundo sejam os conhecimentos técnicos de uma equipe de TI. Sem metodologia adequada, a solução de problemas torna-se um processo muito mais complicado.
O CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA, John Halamka, baseou-se em sua experiência para elaborar uma lista com os 10 principais segredos para resolver os problemas com rapidez e experiência.
1 – Uma vez que algum problema foi identificado, verifique seu real alcance – O software de monitoramento pode até dizer que tudo está bem, mas é bom não se contentar. O ideal é conversar com os usuários, testar a aplicação ou infraestrutura sozinho e ter certeza sobre o que originou uma reclamação.
2 – Quando o alcance do problema alarmado é muito grande e a raiz ainda é desconhecida, acione um plano de emergência – É muito melhor mobilizar toda a equipe para um falso alarme ocasional do que intervir tarde demais e quando o problema alcançar proporções muito grandes com uma resposta lenta do departamento de TI.
3 – O processo de solução de um problema deve ser visível, atualizado constantemente para todos e participativo – Muitas vezes os profissionais técnicos ficam tão focados na sua tarefa que perdem a noção do tempo, não se atualizam mutuamente e deixam de conversar com outras áreas. A companhia deve ter uma abordagem multidisciplinar com relatórios de progressos pré-determinados para prevenir a isolação e a busca por soluções que têm poucas chances de darem certo.
4 – Mesmo com a rotina de atualizações e relatórios, a equipe deve ficar livre para trabalhar – Alguns líderes de TI gostam de retornos constantes de sua equipe e isso não é necessariamente ruim. Mas se a equipe gastar 90% do seu tempo reportando o status do trabalho, fica muito mais difícil solucionar problemas em prazo razoável.
5 – A explicação mais simples geralmente é a correta – Halamka relata que, em um incidente recente em sua corporação, todas as evidências apontaram para o mal-funcionamento em um componente do firewall. Mas todos as ferramentas de testes e diagnósticos indicavam que o firewall funcionava perfeitamente. Alguns levantaram a hipótese de que a empresa sofria um tipo muito específico de ataque de negação de serviços. Outros aventaram a possibilidade de uma falha em componentes das redes Windows dos servidores. Surgiu ainda a possibilidade de um ataque incomum por vírus. A explicação mais simples, do firewall, foi comprovada correta após a remoção do mesmo da infraestrutura da rede. E, segundo Halamka, a regra da explicação mais simples ser a resposta até mesmo para problemas mais complexos é verdadeira na maioria das vezes.
6 – Os prazos devem ser definidos de maneira responsável – O que mais irrita os usuários não é exatamente a demora, mas a definição de prazos imprecisos e os consequentes pedidos de “só mais uma hora para resolver o problema”. Se uma indisponibilidade de sistema ocorrer por conta de uma mudança planejada de infraestrutura, a questão é ainda mais séria: o melhor a se fazer é definir um prazo preciso e respeitá-lo.
7 – Comunique-se com os usuários o máximo possível – A maioria dos stakeholders da empresa estão dispostos a tolerar indisponibilidade se você explicar exatamente as ações que estão sendo tomadas para restaurar o serviço. Os principais executivos de TI são os maiores alvos dessa dica, pois devem mostrar compromisso, presença e liderança.
8 – Orgulho não deve atrapalhar a solução – É difícil assumir erros e desafiador reconhecer o que não se sabe. Mas em vez de gastar tempo procurando culpados por problemas, o foco deve ser em examinar a raiz da indisponibilidade e depois definir processos para prevenir a repetição dos problemas.
9 – Não cante vitória antes do tempo – É tentador presumir que os problemas foram resolvidos e dizer a todos os usuários sobre a suposta vitória. Mas o melhor é esperar 24 horas seguidas de serviços ininterruptos antes de declarar o problema resolvido.
10 – Líderes de TI devem focar na sua trajetória, não em sua posição cotidiana – Indisponibilidades podem causar diversas emoções, como ansiedade, medo de perder o emprego ou a reputação e tristeza pelo impacto causado nos usuários. Nessas horas, a melhor coisa é ter em mente que o tempo é capaz de curar qualquer coisa e que incidentes eventuais serão esquecidos. Com o passar da trajetória profissional, a comunidade de usuários tende a observar mais a consistência e o processo contínuo de melhoria de qualidade do que episódios isolados.
De uma forma geral, problemas são dolorosos, mas capazes de unir pessoas. Nos piores momentos é que se constrói relações de confiança, criação de novos canais de comunicação e melhoria de processos.
O CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA, John Halamka, baseou-se em sua experiência para elaborar uma lista com os 10 principais segredos para resolver os problemas com rapidez e experiência.
1 – Uma vez que algum problema foi identificado, verifique seu real alcance – O software de monitoramento pode até dizer que tudo está bem, mas é bom não se contentar. O ideal é conversar com os usuários, testar a aplicação ou infraestrutura sozinho e ter certeza sobre o que originou uma reclamação.
2 – Quando o alcance do problema alarmado é muito grande e a raiz ainda é desconhecida, acione um plano de emergência – É muito melhor mobilizar toda a equipe para um falso alarme ocasional do que intervir tarde demais e quando o problema alcançar proporções muito grandes com uma resposta lenta do departamento de TI.
3 – O processo de solução de um problema deve ser visível, atualizado constantemente para todos e participativo – Muitas vezes os profissionais técnicos ficam tão focados na sua tarefa que perdem a noção do tempo, não se atualizam mutuamente e deixam de conversar com outras áreas. A companhia deve ter uma abordagem multidisciplinar com relatórios de progressos pré-determinados para prevenir a isolação e a busca por soluções que têm poucas chances de darem certo.
4 – Mesmo com a rotina de atualizações e relatórios, a equipe deve ficar livre para trabalhar – Alguns líderes de TI gostam de retornos constantes de sua equipe e isso não é necessariamente ruim. Mas se a equipe gastar 90% do seu tempo reportando o status do trabalho, fica muito mais difícil solucionar problemas em prazo razoável.
5 – A explicação mais simples geralmente é a correta – Halamka relata que, em um incidente recente em sua corporação, todas as evidências apontaram para o mal-funcionamento em um componente do firewall. Mas todos as ferramentas de testes e diagnósticos indicavam que o firewall funcionava perfeitamente. Alguns levantaram a hipótese de que a empresa sofria um tipo muito específico de ataque de negação de serviços. Outros aventaram a possibilidade de uma falha em componentes das redes Windows dos servidores. Surgiu ainda a possibilidade de um ataque incomum por vírus. A explicação mais simples, do firewall, foi comprovada correta após a remoção do mesmo da infraestrutura da rede. E, segundo Halamka, a regra da explicação mais simples ser a resposta até mesmo para problemas mais complexos é verdadeira na maioria das vezes.
6 – Os prazos devem ser definidos de maneira responsável – O que mais irrita os usuários não é exatamente a demora, mas a definição de prazos imprecisos e os consequentes pedidos de “só mais uma hora para resolver o problema”. Se uma indisponibilidade de sistema ocorrer por conta de uma mudança planejada de infraestrutura, a questão é ainda mais séria: o melhor a se fazer é definir um prazo preciso e respeitá-lo.
7 – Comunique-se com os usuários o máximo possível – A maioria dos stakeholders da empresa estão dispostos a tolerar indisponibilidade se você explicar exatamente as ações que estão sendo tomadas para restaurar o serviço. Os principais executivos de TI são os maiores alvos dessa dica, pois devem mostrar compromisso, presença e liderança.
8 – Orgulho não deve atrapalhar a solução – É difícil assumir erros e desafiador reconhecer o que não se sabe. Mas em vez de gastar tempo procurando culpados por problemas, o foco deve ser em examinar a raiz da indisponibilidade e depois definir processos para prevenir a repetição dos problemas.
9 – Não cante vitória antes do tempo – É tentador presumir que os problemas foram resolvidos e dizer a todos os usuários sobre a suposta vitória. Mas o melhor é esperar 24 horas seguidas de serviços ininterruptos antes de declarar o problema resolvido.
10 – Líderes de TI devem focar na sua trajetória, não em sua posição cotidiana – Indisponibilidades podem causar diversas emoções, como ansiedade, medo de perder o emprego ou a reputação e tristeza pelo impacto causado nos usuários. Nessas horas, a melhor coisa é ter em mente que o tempo é capaz de curar qualquer coisa e que incidentes eventuais serão esquecidos. Com o passar da trajetória profissional, a comunidade de usuários tende a observar mais a consistência e o processo contínuo de melhoria de qualidade do que episódios isolados.
De uma forma geral, problemas são dolorosos, mas capazes de unir pessoas. Nos piores momentos é que se constrói relações de confiança, criação de novos canais de comunicação e melhoria de processos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Salário: pesquisa mostra quanto ganham os profissionais de TI no Brasil Levantamento da Catho revela que, hoje, a remuneração do setor varia entre R$ 772,00 a R$ 17.985,00
Quanto ganham, em média, os profissionais de TI (Tecnologia da Informação) no mercado brasileiro? A 35ª edição da Pesquisa Salarial da Catho Online – classificado online de empregos e currículos – aponta que, hoje, a remuneração do setor varia de R$ 772,00 para um digitador a R$ R$ 17.985,00 para um diretor de TI.
Para chegar a esses valores, o levantamento da Catho, realizado trimestralmente, consultou 158 mil profissionais de 48 ramos de atividade (entre eles TI), de mais de 19 mil empresas, em 3503 cidades de todo o Brasil.
A seguir, acompanhe os resultados específicos dos salários médios para os profissionais de TI, de acordo com a pesquisa da Catho, de maio de 2011:
Para chegar a esses valores, o levantamento da Catho, realizado trimestralmente, consultou 158 mil profissionais de 48 ramos de atividade (entre eles TI), de mais de 19 mil empresas, em 3503 cidades de todo o Brasil.
A seguir, acompanhe os resultados específicos dos salários médios para os profissionais de TI, de acordo com a pesquisa da Catho, de maio de 2011:
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Tablet: que bicho é esse? Computadores em forma de prancheta são uma das novas tendências da tecnologia pessoal
Os tablets foram apresentados ao mundo no início de 2010 e, com o lançamento do iPad, ganharam força e prometem ser uma das principais tendências da tecnologia pessoal para os próximos anos.
Mas afinal, o que é um tablet e o que você pode fazer com ele? Confira a seguir as respostas para essas e outras perguntas sobre tablets.
O que é um tablet?
Um tablet é um computador em forma de prancheta eletrônica, sem teclado e com tela sensível ao toque. Para ter uma idéia de como é um, basta pensar em um “iPhone gigante”, com tela entre 7 e 10 polegadas. Todos os tablets já vem com conexão Wi-Fi e alguns também usam conexão 3G.
Já posso comprar um tablet?
Sim. No Brasil há dois modelos distribuídos oficialmente, o Galaxy Tab, da Samsung e o iPad da Apple. Fora esses, há dezenas de modelos "genéricos" disponíveis em sites de comércio eletrônico. O número de tablets de grandes fabricantes disponíveis no Brasil deve aumentar nos próximos meses.
Qual o preço?
No Brasil, os preços começam na faixa de R$ 1.600. Nos Estados Unidos, o iPad mais barato custa US$ 500.
Quem fabrica?
Por enquanto, Apple, Samsung, Motorola, Dell e Asus são alguns dos nomes mais famosos. A HP terá seu tablet até junho de 2011.
O que posso fazer com um tablet?
O principal foco dos tablets está no acesso à internet. Navegação na web, e-mail e leitura e edição de documentos simples são algumas das principais atividades que podem ser feitas com eles. Além disso, é possível assistir a vídeos, ver fotos e ouvir músicas.
Devido a limitações de poder de processamento e interface, não é viável trabalhar com programas pesados, como o Photoshop ou abrir arquivos pesados de aplicativos como Word, Excel e PowerPoint.
Outro grande apelo dos tablets são os aplicativos. Esses programas permitem acessar notícias e redes sociais em uma interface mais confortável, entre outras tarefas. Há aplicativos para as mais diversas funções, desde simuladores de guitarra e bateria até programas para ensino de química e biologia. O iPad, da Apple, é o tablet que tem o maior número de aplicativos.
Quais os sistemas usados nos tablets?
No momento, são basicamente cinco. A aposta da Microsoft é o Windows 7, que está em alguns tablets da HP e da Asus voltados principalmente para uso em empresas. O segundo sistema é o Android, do Google, baseado em Linux. Ele está em tablets da Motorola, da Samsung e da Dell, entre outros fabricantes.
Além desses, há o iOS, usado no iPad, da Apple. O quarto concorrente de peso é o webOS. Ele será usado nos tablets da HP, que chegam ao mercado em junho de 2011.
A RIM, fabricante dos celulares BlackBerry, também tem um sistema próprio. Ele é usado no Playbook, tablet que chega aos Estados Unidos em abril de 2011.
Além desses, há muitas variações do sistema Linux criadas por cada fabricante.
Os tablets são similares aos e-readers (leitores de livros digitais)?
No tamanho, sim. Mas as semelhanças param por aí. As telas dos tablets são coloridas e sensíveis ao toque, enquanto as dos e-readers são monocromáticas e não respondem à pressão dos dedos. E-readers servem exclusivamente para ler jornais, livros e revistas, enquanto tablets possuem outras funções.
Mas afinal, o que é um tablet e o que você pode fazer com ele? Confira a seguir as respostas para essas e outras perguntas sobre tablets.
O que é um tablet?
Um tablet é um computador em forma de prancheta eletrônica, sem teclado e com tela sensível ao toque. Para ter uma idéia de como é um, basta pensar em um “iPhone gigante”, com tela entre 7 e 10 polegadas. Todos os tablets já vem com conexão Wi-Fi e alguns também usam conexão 3G.
Já posso comprar um tablet?
Sim. No Brasil há dois modelos distribuídos oficialmente, o Galaxy Tab, da Samsung e o iPad da Apple. Fora esses, há dezenas de modelos "genéricos" disponíveis em sites de comércio eletrônico. O número de tablets de grandes fabricantes disponíveis no Brasil deve aumentar nos próximos meses.
Qual o preço?
No Brasil, os preços começam na faixa de R$ 1.600. Nos Estados Unidos, o iPad mais barato custa US$ 500.
Quem fabrica?
Por enquanto, Apple, Samsung, Motorola, Dell e Asus são alguns dos nomes mais famosos. A HP terá seu tablet até junho de 2011.
O que posso fazer com um tablet?
O principal foco dos tablets está no acesso à internet. Navegação na web, e-mail e leitura e edição de documentos simples são algumas das principais atividades que podem ser feitas com eles. Além disso, é possível assistir a vídeos, ver fotos e ouvir músicas.
Devido a limitações de poder de processamento e interface, não é viável trabalhar com programas pesados, como o Photoshop ou abrir arquivos pesados de aplicativos como Word, Excel e PowerPoint.
Outro grande apelo dos tablets são os aplicativos. Esses programas permitem acessar notícias e redes sociais em uma interface mais confortável, entre outras tarefas. Há aplicativos para as mais diversas funções, desde simuladores de guitarra e bateria até programas para ensino de química e biologia. O iPad, da Apple, é o tablet que tem o maior número de aplicativos.
Quais os sistemas usados nos tablets?
No momento, são basicamente cinco. A aposta da Microsoft é o Windows 7, que está em alguns tablets da HP e da Asus voltados principalmente para uso em empresas. O segundo sistema é o Android, do Google, baseado em Linux. Ele está em tablets da Motorola, da Samsung e da Dell, entre outros fabricantes.
Além desses, há o iOS, usado no iPad, da Apple. O quarto concorrente de peso é o webOS. Ele será usado nos tablets da HP, que chegam ao mercado em junho de 2011.
A RIM, fabricante dos celulares BlackBerry, também tem um sistema próprio. Ele é usado no Playbook, tablet que chega aos Estados Unidos em abril de 2011.
Além desses, há muitas variações do sistema Linux criadas por cada fabricante.
Os tablets são similares aos e-readers (leitores de livros digitais)?
No tamanho, sim. Mas as semelhanças param por aí. As telas dos tablets são coloridas e sensíveis ao toque, enquanto as dos e-readers são monocromáticas e não respondem à pressão dos dedos. E-readers servem exclusivamente para ler jornais, livros e revistas, enquanto tablets possuem outras funções.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
CEO da Microsoft confirma que Windows 8 será lançado em 2012
O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou na última segunda-feira (23) que o Windows 8 será lançadado em 2012. "Ao mesmo tempo em que estamos ansiosos pela próxima geração do Windows, que sairá no ano que vem, tem um monte de coisas vindo por aí", disse Ballmer durante a Microsoft Developer Forum, em Tóquio, no Japão.
Um porta-voz da Microsoft, no entanto, disse à PCMag.com que era apenas uma brincadeira do CEO da companhia. De acordo com ele, houve um engano e ainda não se sabe o nome do produto, muito menos a data de lançamento dele.
Ballmer também comentou algumas características que a companhia deve trabalhar para o próximo Windows, como a nova interface do sistema: "Queremos algo em que se possa falar, acenar e gesticular, tocar e marcar nos nossos computadores", explicou Ballmer, que espera algo como o Kinect, que faz reconhecimento do usuário e suas ações.
"Hoje, num PC, é abrir arquivo, blá, blá, blá, responder, encaminhar. Eu não posso simplesmente dizer para o meu computador que estou me preparando para minha viagem a Tóquio", disse Ballmer. "Devemos fazer com que os motores de busca e a interface possam tomar medidas em nosso nome", concluiu o CEO.
Leia também: Windows 8: o que a próxima versão trará de novo?
Um porta-voz da Microsoft, no entanto, disse à PCMag.com que era apenas uma brincadeira do CEO da companhia. De acordo com ele, houve um engano e ainda não se sabe o nome do produto, muito menos a data de lançamento dele.
Ballmer também comentou algumas características que a companhia deve trabalhar para o próximo Windows, como a nova interface do sistema: "Queremos algo em que se possa falar, acenar e gesticular, tocar e marcar nos nossos computadores", explicou Ballmer, que espera algo como o Kinect, que faz reconhecimento do usuário e suas ações.
"Hoje, num PC, é abrir arquivo, blá, blá, blá, responder, encaminhar. Eu não posso simplesmente dizer para o meu computador que estou me preparando para minha viagem a Tóquio", disse Ballmer. "Devemos fazer com que os motores de busca e a interface possam tomar medidas em nosso nome", concluiu o CEO.
Leia também: Windows 8: o que a próxima versão trará de novo?
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Symantec avisa: ´Usuários do Facebook, troquem suas senhas!´
De acordo com a empresa de segurança, chaves dos perfis podem ter vazado para anunciantes
A Symantec, empresa de segurança para computadores, emitiu um alerta para que os usuários do Facebook mudem suas senhas o mais rápido possível. A empresa descobriu uma falha de segurança na rede social, que pode dar acesso a fotos de usuários, perfis e outros dados pessoais.
De acordo com a Symantec, esta falha pode ter enviado uma chave de acesso do perfil dos usuários do Facebook a cerca de 100 mil anunciantes e outras entidades externas. Para reverter a situação, basta trocar a senha, que também renova a chave de acesso ao perfil. A empresa, no entanto, deixa claro que a falha da rede não é intencional.
Malorie Lucich, porta-voz do Facebook, acredita que a Symantec não apurou o caso devidamente: "Infelizmente, este trabalho (da Symantec) tem alguns erros. Fizemos uma investigação e não descobrimos qualquer prova de que esta falha pudesse partilhar, sem autorização, dados privados dos usuários com entidades externas", afirma Malorie, em entrevista à Reuters.
Mesmo com o vazamento de informações não confirmado pelo Facebook, é recomendável que os usuários troquem suas senhas frequentemente.
A Symantec, empresa de segurança para computadores, emitiu um alerta para que os usuários do Facebook mudem suas senhas o mais rápido possível. A empresa descobriu uma falha de segurança na rede social, que pode dar acesso a fotos de usuários, perfis e outros dados pessoais.
De acordo com a Symantec, esta falha pode ter enviado uma chave de acesso do perfil dos usuários do Facebook a cerca de 100 mil anunciantes e outras entidades externas. Para reverter a situação, basta trocar a senha, que também renova a chave de acesso ao perfil. A empresa, no entanto, deixa claro que a falha da rede não é intencional.
Malorie Lucich, porta-voz do Facebook, acredita que a Symantec não apurou o caso devidamente: "Infelizmente, este trabalho (da Symantec) tem alguns erros. Fizemos uma investigação e não descobrimos qualquer prova de que esta falha pudesse partilhar, sem autorização, dados privados dos usuários com entidades externas", afirma Malorie, em entrevista à Reuters.
Mesmo com o vazamento de informações não confirmado pelo Facebook, é recomendável que os usuários troquem suas senhas frequentemente.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Playstation Network (Os 10 Maiores Hackers e seus grandes Feitos)
O Caso mais Recente de um ataque a sistemas ( Playstation Network ), está aumentando a lista dos Hackers Mais conhecidos.
Com certeza, daqui a alguns dias, estaremos com a Policia Prendendo algum responsável por todo esse transtorno a Milhões de Videogamemaníacos e causando prejuizo de Bilhoes a toda poderosa SONY.
Heróis para alguns, bandidos para a maioria, os hackers fazem história na Web. Confira a seguir uma seleção dos 10 piores hackers de todos os tempos.
1. Kevin Mitnick
Um dos mais famosos hackers de todos os tempos, Mitnick chegou a roubar 20 mil números de cartões de crédito e assombrava o sistema telefônico dos EUA. Mitnick foi o primeiro hacker a entrar para a lista dos 10 criminosos mais procurados pelo FBI.
2. Adrian Lamo
Na lista de invasões do jovem hacker americano estão os sites da Microsoft, do Yahoo! e do jornal The New York Times.
3. Raphael Gray
O hacker britânico Raphael Gray, 19, foi condenado por roubar 23 mil números de cartões de crédito, entre eles um de Bill Gates.
4. Jonathan James
Preso aos 16 anos, o hacker invadiu uma das agências do Departamento de Defesa americano responsável por reduzir a ameaça de armas nucleares, biológicas e químicas. Lá, o jovem instalou um backdoor para roubar senhas de empregados da agência.
5. Jon Lech Johansen
Conhecido como DVD Jon, o hacker norueguês ganhou fama após burlar os sistemas de proteção dos DVDs comerciais. Tais códigos são usados pela indústria cinematográfica para impedir que o conteúdo seja reproduzido em áreas diferentes das de venda.
6. Vladimir Levin
O criminoso russo liderou uma gangue que invadiu computadores do Citibank e desviou US$ 10 milhões, em 1994. Foi preso em Londres um ano depois.
7. Onel de Guzman
Com apenas 23 anos, o filipino Onel de Guzman causou um prejuízo de US$ 10 bilhões com seu vírus “I Love You”, que atingiu sistemas de e-mail no mundo todo.
8. Kevin Poulsen
Kevin Poulsen ganhou um Porche em um concurso realizado por uma rádio americana. O 102º ouvinte que telefonasse para a emissora, levava o carro. Poulsen invadiu a central.
9. Robert Morris
O americano, filho do cientista chefe do Centro Nacional de Segurança Computacional dos EUA, espalhou o primeiro worm que infectou milhões de computadores e fez grande parte da Internet entrar em colapso, em 1988.
10. David Smith
Com o vírus Melissa, o programador conseguiu derrubar servidores de grandes empresas, como Intel, Lucent e Microsoft. Em 2002, o hacker foi condenado a 22 meses de prisão.
E você, o que achou? Deixe seu comentário e sua sugestão!
Com certeza, daqui a alguns dias, estaremos com a Policia Prendendo algum responsável por todo esse transtorno a Milhões de Videogamemaníacos e causando prejuizo de Bilhoes a toda poderosa SONY.
Heróis para alguns, bandidos para a maioria, os hackers fazem história na Web. Confira a seguir uma seleção dos 10 piores hackers de todos os tempos.
1. Kevin Mitnick
Um dos mais famosos hackers de todos os tempos, Mitnick chegou a roubar 20 mil números de cartões de crédito e assombrava o sistema telefônico dos EUA. Mitnick foi o primeiro hacker a entrar para a lista dos 10 criminosos mais procurados pelo FBI.
2. Adrian Lamo
Na lista de invasões do jovem hacker americano estão os sites da Microsoft, do Yahoo! e do jornal The New York Times.
3. Raphael Gray
O hacker britânico Raphael Gray, 19, foi condenado por roubar 23 mil números de cartões de crédito, entre eles um de Bill Gates.
4. Jonathan James
Preso aos 16 anos, o hacker invadiu uma das agências do Departamento de Defesa americano responsável por reduzir a ameaça de armas nucleares, biológicas e químicas. Lá, o jovem instalou um backdoor para roubar senhas de empregados da agência.
5. Jon Lech Johansen
Conhecido como DVD Jon, o hacker norueguês ganhou fama após burlar os sistemas de proteção dos DVDs comerciais. Tais códigos são usados pela indústria cinematográfica para impedir que o conteúdo seja reproduzido em áreas diferentes das de venda.
6. Vladimir Levin
O criminoso russo liderou uma gangue que invadiu computadores do Citibank e desviou US$ 10 milhões, em 1994. Foi preso em Londres um ano depois.
7. Onel de Guzman
Com apenas 23 anos, o filipino Onel de Guzman causou um prejuízo de US$ 10 bilhões com seu vírus “I Love You”, que atingiu sistemas de e-mail no mundo todo.
8. Kevin Poulsen
Kevin Poulsen ganhou um Porche em um concurso realizado por uma rádio americana. O 102º ouvinte que telefonasse para a emissora, levava o carro. Poulsen invadiu a central.
9. Robert Morris
O americano, filho do cientista chefe do Centro Nacional de Segurança Computacional dos EUA, espalhou o primeiro worm que infectou milhões de computadores e fez grande parte da Internet entrar em colapso, em 1988.
10. David Smith
Com o vírus Melissa, o programador conseguiu derrubar servidores de grandes empresas, como Intel, Lucent e Microsoft. Em 2002, o hacker foi condenado a 22 meses de prisão.
E você, o que achou? Deixe seu comentário e sua sugestão!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Curso gratuito quer formar e empregar 150 programadores de software no RJ
Bem que poderíamos ter um programa desse aqui em Recife, Vinculado ao Porto Digital.
Mas também vamos ressaltar que, quantos mais profissionais treinados no mercado, mais gente concorrendo para as vagas nas empresas. Gerando profissionais que para entrarem no mercado aceitam salários bem abaixo de Mercado
No segundo semestre de 2011, a Assesspro-RJ (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Rio de Janeiro) promove, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a prefeitura do Rio de Janeiro, o Forsoft 2011. Trata-se de um curso gratuito para formação profissional de programadores de software e que tem como intuito reduzir a carência de mão-de-obra especializada em TI.
A meta, segundo entrevista à Agência Brasil do coordenador-geral do projeto, Ricardo Saur, é formar 150 pessoas no curso deste ano, sendo que todos os alunos serão contratados pelas empresas patrocinadoras do projeto. Quanto ao perfil dos potenciais candidatos para participar do Forsoft, ele explica que a iniciativa é voltada a jovens de baixa renda, que tenham concluído ou estejam no último ano do ensino médio. As inscrições poderão ser feitas, ainda em data a definir, por meio do site da prefeitura do Rio de Janeiro.
O curso, com duração de seis meses (de 13 de junho e vai até 15 de dezembro), será dividido em quatro horas diárias, de segunda à sexta-feira, e mesclará aulas presenciais e virtuais. Além de temas relacionados ao desenvolvimento de software, os profissionais também aprenderão inglês técnico como parte da grade curricular.
De acordo com Saur, as companhias interessadas em patrocinar o Forsoft 2011 – e, por consequência, contratar alunos do curso – têm até o dia 15 de maio para se inscrever.
Mas também vamos ressaltar que, quantos mais profissionais treinados no mercado, mais gente concorrendo para as vagas nas empresas. Gerando profissionais que para entrarem no mercado aceitam salários bem abaixo de Mercado
No segundo semestre de 2011, a Assesspro-RJ (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Rio de Janeiro) promove, em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e a prefeitura do Rio de Janeiro, o Forsoft 2011. Trata-se de um curso gratuito para formação profissional de programadores de software e que tem como intuito reduzir a carência de mão-de-obra especializada em TI.
A meta, segundo entrevista à Agência Brasil do coordenador-geral do projeto, Ricardo Saur, é formar 150 pessoas no curso deste ano, sendo que todos os alunos serão contratados pelas empresas patrocinadoras do projeto. Quanto ao perfil dos potenciais candidatos para participar do Forsoft, ele explica que a iniciativa é voltada a jovens de baixa renda, que tenham concluído ou estejam no último ano do ensino médio. As inscrições poderão ser feitas, ainda em data a definir, por meio do site da prefeitura do Rio de Janeiro.
O curso, com duração de seis meses (de 13 de junho e vai até 15 de dezembro), será dividido em quatro horas diárias, de segunda à sexta-feira, e mesclará aulas presenciais e virtuais. Além de temas relacionados ao desenvolvimento de software, os profissionais também aprenderão inglês técnico como parte da grade curricular.
De acordo com Saur, as companhias interessadas em patrocinar o Forsoft 2011 – e, por consequência, contratar alunos do curso – têm até o dia 15 de maio para se inscrever.
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